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Coca-Cola fez cinco aquisições nos últimos meses

Diversificar o portfólio, reduzindo a dependência da venda de refrigerantes é o principal objetivo

 

 

A comercialização de refrigerantes responde por mais de 70% do faturamento global da Coca-Cola, mas a companhia investe para diminuir essa dependência de um produto cujas vendas estão em queda há vários anos na maioria dos mercados.

 

Com esse intuito, a gigante norte-americana comprou cinco marcas de bebidas apenas nos últimos três meses. Com as aquisições, ocorridas em diferentes países, o portfólio da Coca-Cola ganhou reforço em diversas categorias. Tudo dentro da estratégia traçada por James Quincey, CEO desde o ano passado, de tornar a empresa uma companhia completa de bebidas.

 

Uma dessas aquisições recentes foi a maior da história da Coca-Cola. A compra, por US$ 5,1 bilhões da rede britânica de cafeterias Costa Coffe, com quase quatro mil lojas e presença muito forte na Europa, foi concluída no final de agosto. Um pouco antes a empresa havia adquirido uma fatia da startup Body Armor, fabricante de bebidas premium para quem pratica esportes, que tem o ex-jogador de basquete Kobe Bryant entre seus investidores.

 

Na Austrália, a Organic & Raw, dona da marca Mojo, da bebida probiótica kombucha, também foi comprada pela Coca-Cola, assim como outra empresa da terra dos cangurus: a Made Group, responsável pela fabricação de opções como água de coco, smoothies, iogurtes e sucos. Completa o roll de aquisições feitas pela Coca-Cola nos últimos 90 dias a compra da marca francesa de sucos saudáveis Tropico.

 

Pelos investimento, fica claro que o segmento de bebidas saudáveis interessa cada vez mais à Coca-Cola. Com tantas aquisições em pouco tempo, incluindo empresas pequenas, a companhia viu a necessidade de criar a divisão Global Ventures, que trabalha para viabilizar escala e gerar valor às marcas recém-compradas.

 

Fonte: Brasil Journal

 

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