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Transformação digital é capaz de resolver crises fiscal, de qualidade de serviços e de confiança

Secretário destaca que é preciso capacitar os servidores públicos para tornar governo mais eficaz

 

 

“Não é preciso inventar nada novo para promover a transformação digital do governo”, afirmou o secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro, ao público do 5° Fórum IBGP de Governança de TI, realizado até a próxima sexta-feira (7/6), em Brasília. Ele apontou que um dos meios de transformar o governo em digital é capacitar pessoas. Outro, também muito efetivo, é fazer parcerias com o setor privado.

Luis Felipe destacou que é preciso ter equipes qualificadas e defendeu que os profissionais que estão no serviço público façam parte dessa jornada de transformação digital. O secretário apontou que essa jornada é capaz de resolver as três maiores crises que temos no país: fiscal, de qualidade de serviços e de confiança nos governos.

“A velocidade da inclusão digital da população brasileira é muito mais acelerada do que a capacidade do governo de produzir serviços e políticas públicas usando tecnologia”, alertou o secretário. “Por que não, então, tornar o governo uma plataforma digital e, por meio da oferta de serviços públicos digitais, conseguir atingir a expectativa do cidadão?”, provocou Luis Felipe.

O problema, na visão do secretário, é que a transformação digital do governo não se dá com a assinatura de um papel ou a sanção de uma lei: “São milhares de projetos, dezenas de pessoas que têm que se engajar em cada um dos processos e rotinas de trabalho. Por isso é tão desafiador”.

Na opinião de Luis Felipe, o governo brasileiro tem baixa cultura digital. Então, precisa se educar e conhecer o digital tanto quanto conhece economia, trabalho, educação e direito. Em 2020, adiantou o secretário, “a partir das reformas estruturais deste ano, teremos abertura para remodelar o poder público e ter uma carreira que trabalhe os elementos-chave de gestão no governo, entre elas a gestão de tecnologia”.

Por Ministério da Economia

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